SAIBA COMO IDENTIFICAR AS CARACTERÍSTICAS DO TGD




OLÁ PROFESSOR,


Você conhece o TGD e sabe como ele atua no desenvolvimento do seu aluno?

Tem ciência de como esses transtornos podem exigir um pouco mais de cuidado da sua parte como educador?

Esse nosso artigo te explicará o que é TGD e como ele modifica sua abordagem profissional para levar ensinamento adiante.

E ainda quais as principais características para que o seu diagnóstico seja o mais precoce possível.

Vamos ler?



SAIBA COMO IDENTIFICAR AS CARACTERÍSTICAS DO TGD

Os Transtornos Globais do Desenvolvimento (TGD) são distúrbios nas interações sociais recíprocas que costumam manifestar-se nos primeiros cinco anos de vida. Caracterizam-se pelos padrões de comunicação estereotipados e repetitivos, assim como pelo estreitamento nos interesses e nas atividades.
Transtornos Globais do Desenvolvimento (TGD)
Os transtornos de interações sociais, conhecidos como Transtornos Globais do Desenvolvimento, são uma categoria de síndrome que engloba cinco patologias:
·         Autismo;
·         Síndrome de Asperger;
·         Síndrome de Rett;
·         Síndrome de Heller ou Transtorno Desintegrativo da Infância;
·         Transtorno Invasivo do Desenvolvimento Sem Outra Especificação (também conhecido como Autismo Atípico).

As características desses transtornos estão ligadas a problemas no desenvolvimento de funções que são básicas para a interação humana, como socialização, comunicação (oral ou escrita), entre outras.

 Os sintomas costumam aparecer na primeira infância e podem ser percebidos antes dos três anos de idade. 

Com relação à interação social, crianças com TGD apresentam dificuldades em iniciar e manter uma conversa. Algumas evitam o contato visual e demonstram aversão ao toque do outro, mantendo-se isoladas. Podem estabelecer contato por meio de comportamentos não-verbais.
Eventos sociais são outro desafio. Além disso, mudanças na rotina ou no ambiente em que a família está não são sentidas de maneira fácil.
Quem tem algum Transtorno Global do Desenvolvimento ainda pode ter uma relação não usual com brinquedos e apresentar padrões de repetição em movimentos do corpo ou comportamental. Abaixo explicamos as cinco patologias englobadas pelo TGD.
As crianças apresentam seus interesses de maneira diferenciada e podem fixar sua atenção em uma só atividade, como observar determinados objetos, por exemplo.
Com relação à comunicação verbal, essas crianças podem repetir as falas dos outros - fenômeno conhecido como ecolalia - ou, ainda, comunicar-se por meio de gestos ou com uma entonação mecânica, fazendo uso de jargões.
É por isso que o papel do educador no entendimento dessas disfunções é de extrema importância: ele, junto com a família e um profissional da saúde, tem o papel de ajudar esse ser a compreender o mundo à sua volta e poder interagir com ele da melhor maneira possível.
Esse desafio deve ser levado e entendido por todas as partes que apoiam o indivíduo durante sua fase inicial de desenvolvimento.


ESTRATÉGIAS PARA O TGD NA ESCOLA

Crianças com transtornos de desenvolvimento apresentam diferenças e merecem atenção com relação às áreas de interação social, comunicação e comportamento. Na escola, mesmo com tempos diferentes de aprendizagem, esses alunos devem ser incluídos em classes com os pares da mesma faixa etária.
Estabelecer rotinas em grupo e ajudar o aluno a incorporar regras de convívio social são atitudes de extrema importância para garantir o desenvolvimento na escola. Boa parte dessas crianças precisa de ajuda na aprendizagem da autorregulação.
Faça ajustes nas atividades sempre que necessário e conte com a ajuda do profissional responsável pelo Atendimento Educacional Especializado (AEE). Também cabe ao professor identificar as potências dos alunos. Invista em ações positivas, estimule a autonomia e faça o possível para conquistar a confiança da criança. 
Seja você o “porto seguro” de uma criança com TGD, elas tendem a procurar por isso!

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MITOS E VERDADES SOBRE O AUTISMO



Olá professores, tudo bem?

Com certeza você já se perguntou se é verdade algumas coisas que ouviu relacionadas ao TEA, não é mesmo?

Neste artigo viemos esclarecer de vez mitos que muitas vezes são levados como verdade.

Apesar do tema estar com bastante relevância nas mídias, ainda há muita coisa que é dita e não corresponde a realidade.

Então, busque conhecimento para desenvolver as habilidades e particularidades que toda criança com TEA têm, e não se apegue aos mitos que estagnam sua evolução.


Boa leitura!


MITOS E VERDADES SOBRE O AUTISMO



Todo autista se incomoda com som alto: 

Relevância nacional: autistas não são todos iguais. 
As características autistas se manifestam em intensidades diferentes em cada pessoa no espectro.

É muito comum que crianças autistas tenham transtornos sensoriais, dentre esses transtornos sensoriais, um que é recorrente em vários autistas é a hipersensibilidade sonora. 


Mas isso não significa que toda criança com autismo se incomode com som alto. 

Ou seja, se seu filho tem alguns indícios de autismo e também hipersensibilidade sonora, fique atento, mas, ao mesmo tempo, a ausência de hipersensibilidade sonora não descarta a possibilidade de certa pessoa ser autista.


Autismo não tem tratamento: 

É muito comum as pessoas confundirem a ausência de cura com a ausência de tratamento. Autismo não tem cura. 

Não tem como a criança tomar um remédio, fazer uma cirurgia, e assim deixar de ser autista. Mas isso não significa que não tenha tratamento. 


É a inserção em tratamento adequado que define o prognóstico.
O tratamento de crianças autistas é focado na independência, para se comunicar, para lidar com seu corpo, para fazer atividades diárias, para ser inserido no mercado de trabalho


Buscar tratamento é fundamental. 


Autismo vem de como os pais lidam com a criança: 

Existiram teorias de que autismo era causado por um “não desejo” da mãe pela criança. Outras teorias apontavam que a questão era a falta de desejo do pai pela criança. 

E mais, as pesquisas apontam justamente o contrário, hoje é possível identificar a falha genética causadora do autismo em uma a cada cinco crianças. 


Autismo não é culpa de ninguém! Então, para você que é mãe ou pai de uma criança autista, respire aliviado e tire o peso dos seus ombros, pois não foi nada que você fez ou deixou de fazer que causou o autismo de seu pequeno ou pequena.


Crianças com TEA são agressivas e, por isso, não devem estar inseridas em ensino regular: 

Existem casos, sim, de pessoas com TEA que apresentam comportamento agressivo em determinadas situações, e isso é de público conhecimento. Mas é preciso se dar conta que isso não é a maioria! 

Também existem casos de crianças sem autismo que apresentam agressividade, e nem por isso trancafiamos nossos filhos em casa, privando-os da convivência. 

Agressividade na infância é exceção, seja para crianças autistas ou neurotípicas. 

Ademais, a presença de comportamentos agressivos, de crianças com autismo ou não, pode ser percebida ainda antes de tomar proporções intensas, permitindo intervenção comportamental por psicólogos. 


Autistas são gênios: 

Não necessariamente, existem sim autistas com QI elevado, mas não é a maioria. 

Será que atrelando o autismo à genialidade ou inteligência não estamos instaurando uma visão de compensação “é autista, mas é mais inteligente”?

Acredito que precisamos ter cautela para não depositarmos na criança uma expectativa de apresentar uma inteligência superior! Nossas crianças são lindas por serem quem são, gênios ou não!

Ainda, talvez seja hora de refletirmos o nosso próprio conceito de inteligência.


Portanto buscar o conhecimento é extremamente importante, nossas crianças têm suas habilidades e particularidades. 

Então, busque entende-las para desenvolver estas habilidades e não focar em mitos que estagnam seu desenvolvimento.



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A SENSIBILIDADE NO AUTISMO: PROCESSAMENTO SENSORIAL



Olá professor, tudo bem?

Você sabe como funciona o processamento sensorial nas crianças com TEA?

A compreensão do distúrbio do processamento sensorial pelos pais e professores, pode facilitar muito a vida das crianças com autismo. A consciência do problema é meio caminho andado.

Uma vez consciente, o cuidador pode observar melhor a criança, procurando por indícios tal que aprenda como conduzi-los.

Nesta matéria iremos esclarecer todos os aspectos relacionados a sensibilidade no Autismo.

Vamos ler?

A SENSIBILIDADE NO AUTISMO: PROCESSAMENTO SENSORIAL


Toda vez que se fala de uma criança com TEA, um detalhe deve ser levado sempre em conta: a particularidade de cada um dos pequenos. 
Isso significa que o processamento sensorial, nesses casos, apresenta especificidades quando o assunto é a reação diante de alguma situação que configure a sensibilidade.

Portanto, não se deve nunca generalizar, pois cada criança pode apresentar uma característica diferente.

Muitos autistas sentem-se à vontade com padrões repetitivos. As dificuldades em imaginar e fazer de conta leva eles a se concentrarem em experiências concretas e claras.

Por estas dificuldades, que decorrem de transtornos relativos a teoria da mente, as crianças autistas não veem motivo para brincar com alguém e, brincar sozinho, diminui a ansiedade.

Os autistas costumam concentrar-se em ruídos, tato, sensação, gosto, aroma e experiências visuais. Contudo, isto pode levar a compulsões e movimentos estereotipados.

Com isto podemos observar as seguintes características:

-Estímulos visuais: é comum moverem as mãos para frente e para trás diante dos olhos para observar as formas e padrões criados, mover objetos diante dos olhos, olhar as coisas através da água, olhar objetos em um ângulo incomum, rolar bolas, girar pratos, ver sempre a mesma parte de um filme, fazer movimentos repetitivos com os brinquedos, ver ventiladores girando. 

Por outro lado, luzes brilhantes ou intermitentes e cores fluorescentes atrapalham e deixam ele desconfortável;

- Temperatura: insistem em usar casacos mesmo quando está calor, comer coisas com a mesma temperatura, preferir calor ou frio;

- Vibração: medo de liquidificador, secadora, máquina de lavar roupa;

- Tato e textura: tocar e esfregar as mãos, não gostar de toque ou detestar, acariciar deliberadamente um tipo de textura, não aceitar etiquetas nas roupas e não toleram certos tecidos;

- Olfato: podem cheirar comida, objetos ou outras pessoas, cheirar alimentos antes de comer, não suportam aromas de alguns produtos de limpeza e perfumes;

- Paladar: podem lamber alimentos e pessoas, sensíveis aos sabores ou a alguns alimentos;

- Sons: chaves, sons altos, ruídos em um filme, gostam de som em determinada altura, se assustam com gargalhada, motores e aspiradores;

- Dor: batem na cabeça ou mordem em a si mesmo sem demonstrarem dor, ou cai e não sente dor. Por outro lado, por um mínimo toque grita de dor.

- Intensidade: reações intensas ou não reage as sensações.

QUANTO A HIPERSENSIBILDADE SENSORIAL NO AUTISMO:

Os americanos usam um termo para esta hipersensibilidade: Fight, Flight ou Freeze. Para designar as ações típicas de uma pessoa desorientada. Ela luta ( Fight), Foge ( Flight) ou Congela ( Freeze).

Muitos Autistas irão reconhecer alguns destes comportamentos. Quando sobrecarregados de algum estímulo, tendem a lutar contra ele, colocando as mãos nos olhos, ouvidos ou até mesmo agredindo, gritando sem pensar o causador desta sobrecarga, jogando objetos no chão.

O Autista Flight, este foge literalmente, saindo do espaço onde está sendo perturbado. Sai correndo para se esconder no banheiro da escola, não quer ir para aula, foge rapidamente do local.

O terceiro é o ato de “congelar”, muitos autistas têm esta estratégia quando incomodados, eles não aparentam na hora, mas explodem depois. Muitas vezes perturbados na escola mantem a calma, mas explodem em casa, ou vice-versa.

HIPOSENSIBILIDADE SENSORIAL:

A Hiposensibilidade do Autista, aparenta ser ao contrário da Hipersensibilidade, que em uma se sente perturbado quando aos estímulos, nesta por sua vez, o Autista busca pular, olhar diretamente para a luz, rodar objetos incansavelmente.

São aqueles que não conseguem sentar direito na cadeira, sentam meio deitados, meio sentados. Eles não fogem da sensação, eles a buscam incessantemente. 

No caso da Hipossensibilidade, a criança pode apresentar comportamentos muitas vezes inconvenientes, podendo até ser perigoso.

Observamos a Hipossensibilidade do sentido proprioceptor da criança:

·         - Sentam-se meio deitadas
·         - Apoiam a cabeça nas mãos
·         - Tem dificuldades para subir escada
·         - Sentem-se extremamente cansadas ao se exercitarem levemente
·        -  Apoiam em outras pessoas ou em móveis
·         - Andam de forma diferente da maioria
·         - Batem com os calcanhares no chão ao andar
·         - Gostam de morder, mastigar e roer unhas
·         - Gostam de ser “apertados”
·         - Pessoas “brutas” ou “desajeitadas”

Exemplos de Hipossensibilidade no sentindo Interoceptor:

·         - Não sentem a exaustão
·        -  Não sentem fome
·        -  Não sentem sede
·        - Comer demais ou beber demais
·        - Uso de fraldas, apesar da idade

A compreensão do distúrbio do processamento sensorial pelos pais e professores, pode facilitar muito a vida das crianças com autismo. A consciência do problema é meio caminho andado.

Uma vez consciente, o cuidador pode observar melhor a criança, procurando por indícios tal que aprenda como conduzi-los: Diminuindo a quantidade de estímulos, diminuindo o estresse da criança, antecipando situações de muitos estímulos e/ou estresse e controlando as situações onde o processamento sensorial pode ser afetado.

Ofereça alternativas, mas não obrigue a criança a aceitá-las, para evitar aversão ou a que a criança faça uma associação negativa à pessoa que o obriga. Antecipe os problemas que possam aparecer, tendo mais opções a oferecer. 

Exemplo: um jovem autista com hipersensibilidade visual – ofereça óculos (mesmo que ambiente fechado). Um aluno com sensibilidade auditiva – ofereça headphones.

TRATAMENTO

A boa notícia é que com a Terapia de Integração Sensorial é possível melhorar muito a hiper/hipossensibilidade das crianças com um problema de ordem sensorial, como é frequente no autismo. Trabalhando de forma individual cada Autista.


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O TDAH E AS DIFICULDADES NA ESCOLA



Olá professor,

Você sabe as dificuldades que o aluno com TDAH encontra na escola? E quais as estratégias para trabalhar com este aluno?

O TDAH ou mais conhecido como TDHA (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade), é um transtorno que geralmente se desenvolve na infância e tende a acompanhar o indivíduo durante toda a sua vida.

Os professores devem conhecer técnicas e estratégias que auxiliem os alunos com TDHA a terem melhor desempenho, sendo que em alguns casos é preciso ensinar ao aluno técnicas específicas para minimizar as suas dificuldades.

Confira o por que desta relação conturbada do TDAH e a ESCOLA, e descubra quais as estratégias para que esta relação mude e tenha ótimos resultados!


Vamos ler?


O TDAH E AS DIFICULDADES NA ESCOLA


O QUE É O TDAH?

O TDAH ou mais conhecido como TDHA (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade), é um transtorno que geralmente se desenvolve na infância e tende a acompanhar o indivíduo durante toda a sua vida.

O TDAH - Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade é uma síndrome (conjunto de sintomas) caracterizada por distração, agitação / hiperatividade, impulsividade, esquecimento, desorganização, adiamento crônico, entre outras. 

O QUE UMA CRIANÇA COM TDAH TEM?

Ela demonstra uma dificuldade em prestar atenção ao que é exposto e, diante desse sistema escolar, a criança precisa de dois tipos de concentração: a seletiva e a sustentada.
Vale dizer que o pequeno não consegue equilibrar esses dois lados, pois ela tem uma grande oscilação de atenção. O resultado, então, é a distração. O aprendizado fica defasado por conta disso.

ATRASO NOS ESTUDOS

A junção desses dados faz com que um terço ou mais das crianças com TDAH fique para trás na escola, no mínimo uma série durante a sua vida escolar; 35% não completam o ensino médio; as notas são significativamente mais baixas do que as de seus colegas de classe; 40 a 50% dessas crianças recebem algum tipo de serviço educacional (aulas de reforço, de recuperação, de apoio); e 10% podem passar todo o seu dia escolar envolvidos nesses serviços.
Isso sem falar dos problemas comportamentais em classe. Mais da metade das crianças com TDAH apresenta comportamento opositivo-desafiador, 15% a 25% delas são suspensas e até expulsas da escola, devido a problemas de conduta.

 O PROFESSOR PODE AJUDAR (E MUITO) 

Adaptar algumas tarefas ajuda a amenizar os efeitos mais prejudiciais do transtorno. Evitar salas com muitos estímulos é a primeira providência.

Deixar alunos com TDAH próximos a janelas pode prejudicá-los, uma vez que o movimento da rua ou do pátio é um fator de distração. Outra dica é o trabalho em pequenos grupos, que favorece a concentração. Já a energia típica dessa condição pode ser canalizada para funções práticas na sala, como distribuir e organizar o material das atividades.

Também é importante reconhecer os momentos de exaustão considerando a duração das tarefas. Propor intervalos em leituras longas ou sugerir uma pausa para tomar água após uma sequência de exercícios, por exemplo, é um caminho para o aluno retomar o trabalho quando estiver mais focado.

De resto, vale sempre avaliar se as atividades propostas são desafiadoras e se a rotina não está repetitiva. Esta, aliás, é uma reflexão importante para motivar não apenas os estudantes com TDAH, mas toda a turma.


ESTRATÉGIAS DA ESCOLA

Os professores devem conhecer técnicas e estratégias que auxiliem os alunos com TDHA a terem melhor desempenho, sendo que em alguns casos é preciso ensinar ao aluno técnicas específicas para minimizar as suas dificuldades.

Quando os alunos com TDAH se dedicam a fazer algo estimulante ou do seu interesse, conseguem permanecer mais tranqüilas. Isto ocorre porque os centros de prazer no cérebro são ativados e conseguem dar um "reforço" no centro da atenção que é ligado a ele, passando a funcionar em níveis normais.

Uma das propostas de tratamento são as seções terapêuticas, sendo elaborada com envolvimento de profissionais e familiares, além disso professores e equipe pedagógica necessitam ser orientados no acompanhamento dos procedimentos necessários a serem empreendidos no dia-a-dia, em busca de melhorias no processo de ensino e aprendizagem.


DICAS PARA A ESCOLA NA MUDANÇA DE COMPORTAMENTO

·        -  Evitar a utilização de reforços negativos, para que os mesmos não sejam aumentados.

·        - Utilizar mais reforços de extinção – um comportamento sem IBOPE provavelmente sairá do ar.

·     - Sempre utilizar reforços positivos, pois se a qualquer comportamento adequado (mesmo que para pais e professores não passe de mera obrigação), houver recompensa e/ou reconhecimento, esse tipo de comportamento tende a aumentar cada vez mais.

·     - Quando se pretende modificar um comportamento indesejável, deve-se decidir por qual o comportamento positivo quer substituí-lo, para depois ir punindo o comportamento oposicional indesejável, com punições brandas, como por exemplo a perda de privilégios, mantendo a relação de uma punição para três ou mais situações de elogio e recompensa. A tendência é a extinção natural das punições.

·     - Não se deve perder a perspectiva dos objetivos, evitando a irritabilidade, a impaciência, a confusão e atitudes enfurecidas frente ao aluno com TDAH.

·        - É necessário manter o ritmo, respirando fundo e lembrando que o adulto é o educador.

·       - Deve-se ter muita sabedoria e paciência para equilibrar amor com regras e limites claros na educação.

·      - Objetiva-se a preparação da criança e/ou adolescente para viver em sociedade, para que se integre, com boa auto-estima, sabendo respeitar limites (seus e dos outros).

·   - Olhar de fora da cena, como se fosse um estranho imparcial, racional, sem qualquer envolvimento emocional.

·   - Deve-se enfocar o comportamento negativo, deficiente e destrutivo que necessita ser mudado, lembrando sempre que o aluno tem uma incapacidade, uma dificuldade, e não falta de caráter: ele não consegue controlar o que fala ou faz e com certeza tem qualidades e potenciais a serem valorizados.




DESENVOLVENDO AS CRIANÇAS - ATIVIDADES SIMPLES PARA AS FÉRIAS ESCOLARES!





Olá faces,

As férias escolares chegaram, e você sabe como continuar desenvolvendo as crianças através das atividades?

As férias são a época mais esperada pela maioria das crianças, afinal é o período em que elas têm mais tempo para se divertir à vontade, sem os compromissos da rotina escolar e sem se preocupar em aprender nada. Será?

Na escola os jogos e atividades são cuidadosamente pensados para que a criança se desenvolva, e por que não trazer para a casa todas estas atividades, e ainda se divertir?

Segue nesta matéria em nosso Blog, dicas de atividades super fáceis para além de distrair os pequenos nas férias, também estimulá-los!

Pais focados e motivados em estimular seus filhos a estarem sempre aprendendo podem produzir excelentes resultados, mesmo em crianças com algum grau de dificuldade.

Vamos brincar?


DESENVOLVENDO AS CRIANÇAS - ATIVIDADES SIMPLES PARA AS FÉRIAS ESCOLARES!

As férias são a época mais esperada pela maioria das crianças, afinal é o período em que elas têm mais tempo para se divertir à vontade, sem os compromissos da rotina escolar e sem se preocupar em aprender nada. Será?

A realidade é que, ao longo de seu desenvolvimento, a criança está sempre aprendendo e, como sabemos, as brincadeiras e  jogos são ferramentas importantes no aprendizado, trabalhando diversos conteúdos de uma forma lúdica e simples de ser compreendida e absorvida.

Não importa qual a faixa etária, essas formas de lazer sempre funcionam muito bem.

Se na escola os jogos são planejados cuidadosamente, com uma seleção criteriosa dos conteúdos a serem abordados, com reforço pedagógico e direcionamento do professor, em casa as atividades podem e devem ser mais livres e sem nenhuma cobrança ou objetivo delimitado.

Mas por que não aproveitar para incluir a cultura dos jogos educativos em casa para que a criança continue aprendendo e se atualizando durante as férias?

O gosto pela leitura e pelo conhecimento, por exemplo, devem ser incentivados em casa, com o apoio e o exemplo dos pais.

Pais focados e motivados em estimular seus filhos a estarem sempre aprendendo podem produzir excelentes resultados, mesmo em crianças com algum grau de dificuldade.
Diversifique as atividades
Crianças em férias, ao voltar às aulas, podem se apresentar dispersas, desmotivadas, e pouco focadas em aprender. Um meio eficiente de evitar isso é propor atividades que estimulem a concentração e a memória, como o aprendizado de novas músicas, jogos de tabuleiro, jogos em equipe, além de promover a leitura constante, com contação de histórias, apresentação de livros adequados à sua faixa etária.

Os pais devem sempre procurar trabalhar as palavras, principalmente quando a criança se encontra em fase de alfabetização.

Visitas a museus e parques também são um excelente meio de estimular o aprendizado e o raciocínio da criança. Ao término da visita, os familiares podem realizar uma brincadeira para que a criança relate o que viu, exercitando assim a concentração e a memória, além de proporcionar à criança uma ótima experiência em grupo, que fortalecera seus laços afetivos e sua capacidade de comunicação interpessoal.

Porém, os pais não devem fazer das férias uma repetição da escola. As atividades devem ser espontâneas e jamais impostas. A criança deve se divertir e relaxar, sem imposição de espécie alguma.

Os pais devem oferecer à criança mais de uma opção em entretenimento, para que ela não se sinta desmotivada e entediada.

Por outro lado, também são importantes as atividades livres, onde os pequenos exercitam sua imaginação e brincam da maneira que melhor desejar, sem interferência de adultos.
Computador: amigo ou vilão?
Atualmente as crianças vivem conectadas e muitas delas passam as férias enfurnadas no quarto ou na sala, entretidas com computadores, tablets, smartphones que fornecem uma grande quantidade infindável de entretenimento.

Por mais que a utilidade pedagógica dessas ferramentas seja inegável e essas tecnologias façam parte da rotina desta geração, a criança de hoje precisa aprender a brincar ao ar livre, correr e a vivenciar as coisas na prática e, para isso, o tempo de permanência delas online precisa ser monitorado pelo pais.

A importância da família no plano de férias

O crescimento infantil é acompanhado pelas brincadeiras, pelos jogos simbólicos que ela mesma inventa para construir conceitos e entender o mundo ao seu redor, por isso é importante que os pais e familiares se façam presentes para acompanhar todo o desenvolvimento.
Atividades que envolvam brincadeiras, por exemplo, envolvem experiências divertidas e possibilitam os adultos de perceberem, de forma não convencional e extraescolar, como seus filhos estão se desenvolvendo, uma vez que a partir da brincadeira, a criança constrói experiências de se relacionar com o mundo de maneira ativa e vivencia experiência de tomadas de decisões.