ATIVIDADES COGNITIVAS E DE ORIENTAÇÃO ESPACIAL PARA TODAS AS CRIANÇAS (TDAH, DISLEXIA, AUTISMO)

Boa Tarde Professor,
Estas atividades podem ser feitas com quaisquer crianças em especial com aquelas que têm TDAH, dislexia, autismo, etc. São atividades lúdicas, exercícios de ordenação temporal, pois muitas crianças apresentam além das dificuldades cognitivas algumas dificuldades psicomotoras. Atividade envolvendo psicomotricidade, conhecimento do corpo.

Objetivo: reconhecer e nomear as partes do corpo.
Recorte os nomes e cole nas partes do corpo da boneca:

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Apresenta-se as crianças folhas onde existam figuras humanas desenhadas nas quais falte alguma parte do corpo; a criança deve desenhar a parte que falta.




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Dicas:

Dê as crianças distintos tipos de materiais como massinha de modelar, cartolina, folhas, tintas, argilas, etc, para que façam reproduções de figura humana.



A SENSIBILIDADE DO AUTISMO: O QUE É TRANSTORNO PROCESSAMENTO SENSORIAL?






Muitos autistas sentem-se à vontade com padrões repetitivos. As dificuldades em imaginar e fazer de conta leva eles a se concentrarem em experiências concretas e claras.

Por estas dificuldades, que decorrem de transtornos relativos a teoria da mente, as crianças autistas não veem motivo para brincar com alguém e, brincar sozinho, diminui a ansiedade.

Os autistas costumam concentrar-se em ruídos, tato, sensação, gosto, aroma e experiências visuais. Contudo, isto pode levar a compulsões e movimentos estereotipados.

Com isto podemos observar as seguintes características:

-Estímulos visuais: é comum moverem as mãos para frente e para trás diante dos olhos para observar as formas e padrões criados, mover objetos diante dos olhos, olhar as coisas através da água, olhar objetos em um ângulo incomum, rolar bolas, girar pratos, ver sempre a mesma parte de um filme, fazer movimentos repetitivos com os brinquedos, ver ventiladores girando. Por outro lado, luzes brilhantes ou intermitentes e cores fluorescentes atrapalham e deixam ele desconfortável;

- Temperatura: insistem em usar casacos mesmo quando está calor, comer coisas com a mesma temperatura, preferir calor ou frio;

- Vibração: medo de liquidificador, secadora, máquina de lavar roupa;

- Tato e textura: tocar e esfregar as mãos, não gostar de toque ou detestar, acariciar deliberadamente um tipo de textura, não aceitar etiquetas nas roupas e não toleram certos tecidos;

- Olfato: podem cheirar comida, objetos ou outras pessoas, cheirar alimentos antes de comer, não suportam aromas de alguns produtos de limpeza e perfumes;

- Paladar: podem lamber alimentos e pessoas, sensíveis aos sabores ou a alguns alimentos;

- Sons: chaves, sons altos, ruídos em um filme, gostam de som em determinada altura, se assustam com gargalhada, motores e aspiradores;

- Dor: batem na cabeça ou mordem em a si mesmo sem demonstrarem dor, ou cai e não sente dor. Por outro lado, por um mínimo toque grita de dor;

- Intensidade: reações intensas ou não reage as sensações.


QUANTO A HIPERSENSIBILDADE SENSORIAL NO AUTISMO :


Os americanos usam um termo para esta hipersensibilidade: Fight, Flight ou Freeze. Para designar as ações típicas de uma pessoa desorientada.Ela luta( Fight), Foge ( Flight) ou Congela ( Freeze).

Muitos Autistas irão reconhecer alguns destes comportamentos. Quando sobrecarregados de algum estímulo, tendem a lutar contra ele, colocando as mãos nos olhos, ouvidos ou até mesmo agredindo, gritando sem pensar o causador desta sobrecarga, jogando objetos no chão.

O Autista Flight, este foge literalmente, saindo do espaço onde está sendo perturbado. Sai correndo para se esconder no banheiro da escola, não quer ir pra aula, foge rapidamente do local.

O terceiro é o ato de “congelar”, muito autista tem esta estratégia quando incomodados eles não aparentam na hora, para explodir depois. Muitas vezes perturbados na escola mantem a calma, mas explodem em casa, ou vice-versa.


HIPOSENSIBILIDADE SENSORIAL


A Hiposensibilidade do Autista, aparenta ser ao contrário da Hipersensibilidade, que em uma se sente perturbado quando aos estímulos, nesta por sua vez, o Autista busca , pular, olhar diretamente para a luz, rodar objetos incansavelmente.

São aqueles que não conseguem sentar direito na cadeira, sentam meio deitados, meio sentados. Eles não fogem da sensação, eles a buscam incessantemente.

 No caso da Hipossensibilidade , a criança pode apresentar comportamentos muitas vezes inconvenientes, podendo até ser perigoso.


Observamos a Hipossensibilidade do sentido proprioceptor da criança:

  • ·         Sentam-se meio deitadas
  • ·         Apoiam a cabeça nas mãos
  • ·         Tem dificuldades para subir escada
  • ·         Sentem-se extremamente cansadas ao se exercitarem levemente
  • ·         Apoiam em outras pessoas ou em móveis
  • ·         Andam de forma diferente da maioria
  • ·         Vesten-se inapropriadamente (roupas do avesso, sujas)
  • ·         Batem com os calcanhares no chão ao andar
  • ·         Gostam de morder, mastigar e roer unhas
  • ·         Gostam de ser “apertados”
  • ·         Pessoas “brutas” ou “desajeitadas”


Exemplos de Hipossensibilidade no sentindo Interoceptor:

  • ·         Não sentem a exaustão
  • ·         Não sentem fome
  • ·         Não sentem sede
  • ·         Comer demais ou beber demais
  • ·         Uso de fraldas, apesar da idade


A compreensão do distúrbio do processamento sensorial pelos pais e professores, pode facilitar muito a vida das crianças com autismo. A consciência do problema é meio caminho andado.

Uma vez consciente, o cuidador pode observar melhor a criança, procurando por indícios tal que aprenda como conduzi-los: Diminuindo a quantidade de estímulos, diminuindo o estresse da criança Antecipando situações de muitos estímulos e/ou estresse Controlando as situações onde o processamento sensorial pode ser afetado.

Ofereça alternativas mas não obrigue a criança a aceitá-las, para evitar aversão ou a que a criança faça uma associação negativa à pessoa que o obriga. Antecipe os problemas que possam aparecer, tendo mais opções a oferecer. 

Exemplo: um jovem autista com hipersensibilidade visual – ofereça óculos (mesmo que ambiente fechado). Um aluno com sensibilidade auditiva – ofereça headphones.

 TRATAMENTO

A boa notícia é que com a Terapia de Integração Sensorial é possível melhorar muito a hiper/hipossensibilidade das pessoas com crianças com um problema de ordem sensorial, como é frequente no autismo. Trabalhando de forma individual cada Autista.

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Fonte:  www.facebook.com/saautismobrasil

ENSINAR A APRENDER: UMA PLANTINHA A SER REGADA, CHAMADA CÉREBRO INFANTIL!



Olá pais e professores,
Você já se perguntou como o cérebro dos pequenos é capaz de aprender?E como ele se desenvolve a cada ano que passa?
Hoje em nosso Blog, vamos falar um pouco sobre como o cérebro infantil não espera para aprender, e que ele deve ser estimulado de diferentes maneiras, para cada idade!
Os educadores costumam comparar o cérebro a uma plantinha: você tem de regá-lo e, então, dar tempo ao tempo. "As flores só vão brotar depois. Os pais não são os jardineiros, mas parceiros nessa jornada. 
Confira também como estimular a aprendizagem com jogos!
Vamos regar esta plantinha, e gerar bons frutos?

ENSINAR A APRENDER: UMA PLANTINHA A SER REGADA, CHAMADA APRENDIZAGEM INFANTIL!
Há uma expressão conhecida: ensinar é uma arte. Hoje, essa arte tem de estar amparada em ciência. Assim como a ciência, a criatividade e a arte nem sempre funcionam. Ciência e arte precisam se completar para que nenhuma criança fique para trás.
O cérebro de uma criança não vai esperar. É preciso saber o quê, como e quando ensinar. Saber avaliar crianças, estabelecer a educação baseada em evidências para mudar o que não funciona.
JANELAS ABERTAS 

A maior parte das transformações no cérebro ocorre nos seis primeiros anos de vida. Como a criança nasce com mais neurônios do que vai precisar na vida adulta, nesse período ocorre o que os neurocientistas chamam de "poda" cerebral.
Nesse processo, as sinapses – ligações entre os neurônios – mais integradas ao sistema sobrevivem, enquanto as menos utilizadas são descartadas. Para se ter uma idéia, do primeiro ao quinto ano de vida são eliminadas cerca de 100 mil conexões por segundo. Isso não quer dizer, porém, que a poda seja ruim.
Faz parte do desenvolvimento do cérebro. Quando não acontece por completo, pode ocasionar certos tipos de retardo mental. 
Mas não é a única revolução que se passa no cérebro, nessa época. "Abrem-se" também as janelas de oportunidades, nome poético que os cientistas usam para chamar o período especialmente fértil ao aprendizado de certas habilidades.

Então, quanto mais cedo a criança começar a aprender coisas novas, sejam as letras, as cores ou os números, melhor? Não, afirmam os especialistas, em coro. "Tudo tem uma idade e uma medida certa"

Ensinar às crianças o alfabeto antes dos 2 anos, por exemplo, não é adequado. Isso porque, nessa idade, ela está na fase sensório-motora: é o melhor momento para desenvolver os sentidos e os movimentos – e não a lógica das letras.

Mesmo as mais velhas ainda têm o pensamento concreto. Por isso, brincar com cubos de montar é mais eficiente do que decorar números em cartolinas.


COMO ENSINAR A APRENDER?

Ensinar tornou-se mais complexo no Brasil. Ao bom passo, atingiu-se o acesso universal e inclusivo necessário, mas em palestras e cursos existe uma angústia que se repete: “O que eu faço? ”.
A neurociência não tem uma resposta única. Nenhuma área, seja no campo das humanas ou das biológicas, sozinha, tem. Abandonemos os dogmas na educação brasileira. Aceitemos a participação da ciência.
 Da parte da neurociência, fixa em um ponto: a neuroplasticidade. O nosso cérebro, ao longo da vida, tem essa propriedade fantástica de alterar-se devido a mudanças no ambiente, ao aprendizado, a emoções e a alterações causadas por lesões.
 Essa propriedade nos permite recuperar a fala após uma lesão cerebral e aprender ao longo da vida. Mas, para aprender a ler, por exemplo, há um período especial.
A plasticidade é ótima e especial na criança. Na pré-escola e no início do ensino fundamental, tem-se a oportunidade única de ensinar o alicerce fonológico e fonêmico necessário para aprender a ler.
Esse alicerce da alfabetização não pode esperar. Mas, se a plasticidade é uma propriedade do cérebro, por que a urgência? Pois pergunte a um professor do ensino de jovens adultos (EJA) o quanto é difícil alfabetizar tardiamente.
 A plasticidade de regiões sensoriais no cérebro é única na criança. O que isso significa? Não se pode esperar para estimular o desenvolvimento de habilidades pré-leitoras, como consciência fonológica; ou esperar para alfabetizar e desenvolver a consciência fonêmica, a fim de ensinar as associações fundamentais entre letra e som, que dependem de adaptações no sistema sensorial do cérebro da criança.
 Depois, fica mais difícil. Também por causa dessa janela de tempo, é preciso saber identificar o quanto antes as crianças que não estão aprendendo a ler e, principalmente, as que apresentam dificuldades que apontam para um risco de outras ainda maiores: os transtornos de aprendizagem.
 Ensinar a ler, avaliar e remediar tem de ocorrer logo, sob pena de ser tarde demais. Adaptando o slogan “A mente é algo terrível de desperdiçar”, do United Negro College Fund: o cérebro de uma criança é algo terrível de desperdiçar.
Os educadores costumam comparar o cérebro a uma plantinha: você tem de regá-lo e, então, dar tempo ao tempo. "As flores só vão brotar depois. Os pais não são os jardineiros, mas parceiros nessa jornada. 


PRINCIPAIS ÁREAS DO CÉREBRO ESTIMULADAS


LOBO OCCIPITAL - Responsável pelo processamento da informação visual. Recebe estímulos de brinquedos e objetos coloridos, ilustrações, videogame e televisão.

LOBO PARIETAL - Relacionado às sensações táteis e habilidades matemáticas e espaciais. Estimulado pelas brincadeiras, brinquedos e música.

LOBO TEMPORAL - Encarregado do processamento dos sons, da compreensão da linguagem e do gerenciamento da memória. Estimulado pela leitura de histórias, música, instrumentos musicais, brinquedos e pelo aprendizado de idiomas.

LOBO FRONTAL - Responsável pelo pensamento, planejamento, comportamento, emoção e movimentos voluntários. Estimulado pela música, leitura, brincadeiras, videogame, movimentos corporais (como a dança).

LOBO TEMPORAL
Além disso, os pais e cuidadores devem estar sempre interagindo com a garotada, brincando e conversando desde os primeiros dias de vida. O toque, por exemplo, estimula a função cerebral responsável pela sensibilidade, a primeira a se desenvolver, assim como a visual e a motora.

 Para incentivar as funções visuais, a criança precisa manter contato com brinquedos e objetos de cores vivas e contrastantes. As motoras são estimuladas por meio de brincadeiras.


DICA DE ATIVIDADE
Jogos de tabuleiro
Jogos que envolvam estratégias de raciocínio dão à criança a oportunidade de explorar o problema proposto de forma planejada, sistemática e ordenada. "Eles ajudam a criança a não agir de maneira impulsiva", conta a pedagoga Silvânia Assis, do Colégio Pitágoras.

Alguns jogos, além de auxiliarem na concentração e tolerância à frustração, oferecem uma riqueza simbólica enorme, fazendo com que a criança experimente como é desempenhar papéis diferentes, como comandantes, princesas, reis, banqueiros, etc.




COMO ENSINAR CORES NO AUTISMO, E QUAIS OS SEUS PODERES?






Você sabe qual é a importância das Cores para o Autista?

Olá pais e professores,

Sabemos que desenvolver algumas atividades para nossos pequenos Autistas não é uma tarefa muito fácil, pois manter o foco e a concentração é algo realmente desafiador.

Que tal desenvolver algumas experiências e propor a eles um bem-estar e interação de maneira saudável e com doses diárias de cores?

Veja em nosso Blog uma matéria super especial, que aborda a importância das cores e como a utilização delas estimula o bom senso, criatividade, comunicação e humor.

Vamos ler?


COMO ENSINAR CORES NO AUTISMO, E QUAIS OS SEUS PODERES?

As cores por si só não possuem um sentido próprio; é fato que todos nós temos uma cor que adotamos para a nossa vida, nosso dia...

As cores muitas vezes têm o poder de nos deixar alegres ou até introspectivos, apenas porque existem limites impostos pela natureza física e humana que as cores possuem seus significados.

Existem culturas que a cores manifestam significados diferentes, regendo experiências próprias ao contexto em que estão inseridos. Ou seja, as cores possuem seus efeitos e suas diferentes percepções.

 Quando se trata de pessoas com autismo a percepção das cores não necessariamente se manifesta de acordo com essas experiências, pois a cor pode causar uma sobrecarga sensório-visual, ou ser objeto de obsessão e alívio, de acordo com a hiper ou hipossensibilidade de cada indivíduo.

Segundo estudos de diversos autores, as pessoas com autismo apresentam menos precisão do que as pessoas neurotípicas em determinados processos como a procura por cores, memória de cores e detecção do ponto de transição das cores.

 A pessoa com autismo, na maior parte das vezes tem menos capacidade de discriminação cromática independentemente de existir ou não alguma hipersensibilidade. Porém, é necessário ressaltar que a percepção das cores por crianças com autismo varia conforme a história, experiência e o contexto em que o indivíduo se encontra.

Em testes sobre a percepção das cores em pessoas com autismo onde 85% das crianças viram as cores com maior intensidade do que as neurotípicas, 10% viram da mesma forma que as outras, e 5% não conseguiram distinguir as cores, enxergando tudo em tons de cinza.

Essa última porcentagem de crianças geralmente procurava por cores primárias, pois gerava um melhor estímulo visual. E as cores suaves ou tons frios tiveram efeito calmante na maioria das crianças.


O SIGNIFICADO EMOCIONAL DAS CORES

Existem algumas cores que geram sentimentos ou emoções tanto nas pessoas que não possuem nenhum tipo de distúrbio quanto para quem é diagnosticado com Autismo.

A cor azul está associada à alegria e na influência da verbalização das pessoas. No autismo, o azul estimula o sentimento de calma e de maior equilíbrio para as pessoas. Ou seja, em uma sobrecarga sensorial, o azul auxilia para o bem-estar da criança, trazendo mais tranquilidade e leveza ao Autista.

As cores laranja e amarela, por serem muito próximas, pode ajudar no estímulo social dos pequenos. Quebrando uma monotonia, e sendo muito usada ao despertar a alegria e bom-humor de uma maneira relevante na criança.

 As cores conseguem ultrapassar as barreiras da mente, levando um pouco de equilíbrio emocional ao autista.


3 DICAS DE COMO ENSINAR CORES E IMAGENS PARA UM AUTISTA


Trabalhe com uma única cor de cada vez.

 Ensinar cores pode ser algo difícil quando se trata de crianças autistas, já que é difícil a elas fazer associações. Se a criança estiver cercada por diversos itens de cor similar, essa pode acabar sendo uma situação bastante confusa.
·         Comece com uma única cor, juntamente a suas tonalidades. Mantenha três imagens à frente da criança, para mostrar a ela a diferença entre verde-claro, verde-escuro e o verde comum.
·         Dessa forma, ela será capaz de aprender que há diversas tonalidades da mesma cor.


Tente não sobrecarregar a criança dando a ela muitas opções. 

O excesso de possibilidades pode facilmente fazer com que uma criança autista se sinta confusa com respeito ao que escolher.

·         Em termos de cores, é muito fácil para a criança se confundir, quando alguém a pede para escolher uma cor a partir de uma grande amplitude de opções. Tente limitar as escolhas da criança de modo que ela se sinta confiante a respeito do que ela deve escolher.
·         Por exemplo, se você deseja que ela escolha o vermelho, coloque apenas uma cor a mais sobre a mesa, de tonalidade completamente distinta (digamos azul) e pergunte a ela qual é a cor vermelha. Isso evitará que ela se confunda com cores semelhantes.


Esteja ciente de que algumas crianças podem ter fortes reações a cores determinadas. 


Algumas crianças autistas podem ter fortes preferências quando se trata de cores. Esses sentimentos fortes de desejo ou desgosto podem interferir em sua aprendizagem.
·         Por exemplo, às vezes a presença de uma cor específica em uma imagem — não importando quão sutil — pode obscurecer a mente da criança, evitando que ela compreenda a figura como um todo.
·         Logo, é de grande ajuda entender a criança e suas preferências individuais antes de apresentá-la a muitas cores. Até que você tenha identificado as preferências da criança, as cores devem ser mantidas simples, únicas e puras, ao invés de usar padrões bicoloridos ou multicoloridos. Em alguns casos, usar imagens em preto e branco será a opção mais segura.

A CROMOTERAPIA É INDICADA PARA TODOS OS CASOS DE AUTISMO?

A cromoterapia, é um dos tratamentos que tem se mostrado eficaz no Autismo, porém como todos sabemos não podemos generalizar todos os casos.
Porém o uso da cromoterapia em Autistas tem surpreendido na maioria dos casos, sempre com acompanhamento do médico e da equipe multidisciplinar avaliando cuidadosamente as condições de casa criança.

A COR DO AUTISMO

O azul foi definido como a cor símbolo do autismo, porque a síndrome é mais comum nos meninos — na proporção de quatro meninos para cada menina (autismo clássico) e de dez meninos para cada menina (autismo de alta funcionalidade). 

A ideia por trás do movimento é iluminar pontos importantes e turísticos do planeta na cor azul para chamar a atenção da sociedade, poder falar sobre autismo e levantar a discussão a respeito dessa síndrome. 


MÉTODOS DE ENSINO, QUAIS SÃO ELES E QUAL O MELHOR PARA APRENDIZAGEM?



Olá professores,
Você consegue identificar o que funciona melhor para alguns alunos, mas é simplesmente ineficaz para outros?
Você tem um método de ensino preferido para usar em sala de aula?
Nosso objetivo, nesta matéria, é ajudá-lo a conhecer os métodos de ensino mais comuns para que escolha por si mesmo que combinação funcionará melhor para sua realidade.
Vamos ler?

MÉTODOS DE ENSINO, QUAIS SÃO ELES E QUAL O MELHOR PARA APRENDIZAGEM?
Podemos considerar como metodologia do ensino, tudo o que o professor utiliza como meio para facilitar o conteúdo para os alunos.
o método de ensino é um procedimento didático caracterizado por certas fases e operações para alcançar um objetivo previsto.

A forma como o professor apresenta o conteúdo é de suma importância para o processo ensino-aprendizagem. O procedimento de ensino deverá responder às perguntas: O que eu quero ensinar? Este é o melhor caminho para trabalhar este conteúdo com esses alunos?

Outro aspecto importante dentro do procedimento de ensino é verificar se ele contribui para alcançar os objetivos propostos.

Ao escolher um procedimento de ensino, o professor deve considerar como critérios de seleção, os seguintes aspectos básicos:

a) Adequação aos objetivos estabelecidos para o ensino e a aprendizagem;
b) A natureza do conteúdo a ser ensinado e o tipo de aprendizagem a efetivar-se;
c) As características dos alunos, como, por exemplo, sua faixa etária, o nível de desenvolvimento mental, o grau de interesse, suas expectativas de aprendizagem;
d) As condições físicas e o tempo disponível.

Todo o procedimento de ensino baseia-se nos objetivos propostos para o ensino, na natureza do conteúdo a ser desenvolvido, nas características dos alunos, nas condições físicas e no tempo disponível.

Mas afinal, qual o melhor método de ensino? E quais são eles?
Consegue identificar o que funciona melhor para alguns alunos, mas é simplesmente ineficaz para outros? Você por acaso tem um método de ensino preferido para usar em sala de aula? Nosso objetivo, neste post, é ajudá-lo a conhecer os métodos de ensino mais comuns para que escolha por si mesmo que combinação funcionará melhor para sua realidade. Pronto para ampliar seus horizontes? Então veja:
O estilo mais tradicional de ensino
Essa forma de ensinar em sala de aula é a mais disseminada no país, bem como a que encontra mais adeptos entre os professores. Consiste, basicamente, no ensino centrado na figura do professor, em uma relação vertical de exposição de conhecimentos e cobrança de conteúdo.
Além das aulas expositivas, há provas, pressão por resultados mensuráveis (em vestibulares e no ENEM, por exemplo), bem como reprovações de alunos cujos desempenhos se mostraram insatisfatórios.
O método de ensino construtivista
Ao contrário da metodologia mais tradicional, o método construtivista coloca o aluno no centro do processo de aprendizado, desempenhando um papel ativo ao buscar conhecimento na medida em que interesses e questionamentos surgem.
Nesse caso, cada estudante tem seu próprio tempo de aprendizado e o currículo é extremamente flexível, contando com a participação dos alunos inclusive em sua estruturação. Os estudantes são imersos em situações bastante próximas da realidade com o objetivo de fazer questionamentos, argumentar, chegar a conclusões por conta própria e encontrar as devidas soluções para os problemas.

A metodologia montessoriana
O método montessoriano tem como objetivo garantir máxima autonomia ao aluno no processo de aprendizado. Nesse contexto, professores e pais se tornam meros facilitadores do conhecimento, proporcionando os meios pelos quais os alunos escolhem temas a serem estudados e interesses que devem ser pesquisados.
 As classes são mistas em relação à faixa etária, já que alunos de diferentes idades podem ter interesses de aprendizado semelhantes. É uma excelente metodologia de ensino para estimular a independência e a criatividade dos alunos.

A tecnologia como aliada
Um dos maiores desafios das escolas do mundo contemporâneo está no adequado uso da tecnologia em seu dia a dia. Como a maioria dos alunos está em contato direto com as mais diversas ferramentas (seja por meio do computador, de tablets e smartphones), por que não incorporar alguns desses elementos em sala de aula como forma de engajar os estudantes?
A tecnologia pode ser empregada como metodologia em sala de aula de diferentes formas, seja por meio de aplicativos para a realização de exercícios, da exposição de conteúdo via apresentações previamente preparadas pelo professor e uso de vídeos e sites interativos para exemplificar teorias. Possibilidades não faltam!
A multiplicidade de métodos de ensino
Apesar das diferenças entre esses métodos, o objetivo é sempre o mesmo: promover uma formação de qualidade, repassando conhecimentos sólidos para os alunos. Na prática, pode ser que sua turma ou até mesmo a estrutura da escola não permita a adoção completa de um modelo ou de outro.
No entanto, existem diversos benefícios relacionados ao emprego de métodos variados de ensino. Conteúdos que exigem maior imaginação dos alunos podem ser melhor explorados por meio de uma metodologia construtivista, enquanto o método tradicional pode ser mais adequado para conhecimentos dogmáticos.
Como você pôde perceber, há um método de ensino adequado para cada tipo de situação, perfil discente e conteúdo a ser ministrado, mas o ideal é que você não se limite a apenas um método!
Nessa perspectiva, o professor tem o papel de coordenar e facilitar o processo de reconstrução do conhecimento, mediando a aprendizagem dos alunos, instigando cada vez mais, dando a oportunidade deles aprenderem.

Tenha sempre em mente uma nova possibilidade de criar meios de aprendizagem, criar e estimular faz parte deste processo, alunos aprendem com afetividade.

Ao aluno cabe manipular, construir, observar, comparar, classificar, estabelecer relações, ouvir, falar, perguntar, propor hipóteses, experimentar, criar.



Fonte:  appprova.com.br / portaleducacao.com.br / 

DIFICULDADES E TRANSTORNOS DE APRENDIZAGEM: 5 DÚVIDAS COMUNS E COMO O PSICOPEDAGOGO PODE AJUDAR?






Olá professores, tudo bem?

Vocês também já se perguntaram: - ‘’Por que meu aluno tem um baixo rendimento escolar?’’

Sabemos que são inúmeras as dificuldades que afetam nossos pequenos, mas precisamos sempre estar atentos para auxiliá-los neste processo inicial de aprendizagem.

Identificar e Diagnosticar o tipo correto do transtorno de aprendizagem é a chave para o bom Desenvolvimento Escolar.

DIFICULDADES E TRANSTORNOS DE APRENDIZAGEM: 5 DÚVIDAS COMUNS E COMO O PSICOPEDAGOGO PODE AJUDAR?


Os problemas de aprendizagem afetam negativamente a vida escolar, familiar, social e psíquica de muitas crianças e adolescentes, causando sofrimento e perda de autoestima. Sofrem, também, os pais e cuidadores, sentindo-se impotentes frente às dificuldades do filho.

Entraves no processo de aprendizagem possuem múltiplas causas, incluindo metodologia de ensino inadequada às necessidades da criança, fatores de ordem emocional e/ou dificuldades de aprendizagem secundárias a outros quadros diagnósticos.

 Entre estes quadros que podem levar a dificuldades de aprendizagem, estão algumas síndromes genéticas, como Síndrome de Down e Síndrome do X Frágil, entre outras, transtornos do espectro autista, transtornos psiquiátricos, deficiência intelectual e patologias neurológicas diversas, inclusive Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH).

Já os Transtornos de Aprendizagem são específicos em leitura (dislexia), escrita (disgrafia e disortografia) ou matemática (discalculia), e possuem base genética, ocorrendo em indivíduos que apresentam inteligência normal ou superior e rendimento escolar significativamente abaixo do esperado para sua idade, escolaridade e capacidade intelectual.   
        
Uma avaliação psicopedagógica cautelosa é o primeiro passo para diagnosticar a causa do problema de aprendizagem e definir o plano de intervenção para tratamento clínico.

 Além de avaliar e intervir clinicamente, o psicopedagogo trabalha em conjunto com outros profissionais que atendem a criança, como médicos, psicólogos ou fonoaudiólogos, conforme o caso.

 Também atua em parceria com a escola, de modo à melhor adequar o ensino às necessidades do paciente, levando em conta suas dificuldades e, principalmente, suas potencialidades.  

Quando é necessário levar meu filho ao psicopedagogo?

Normalmente, as crianças ou adolescentes são encaminhadas ao psicopedagogo quando apresentam dificuldades de aprendizagem, tanto na etapa de alfabetização como entraves no desenvolvimento das habilidades de leitura, escrita e matemática. No caso de crianças com alterações neurológicas, síndromes genéticas, transtornos psiquiátricos ou outras patologias que interferem nas aprendizagens, o encaminhamento ao psicopedagogo deve ser precoce, de modo a minimizar o impacto destas patologias na vida escolar da criança. 

Há como prevenir os problemas de aprendizagem?

Sim, o trabalho psicopedagógico preventivo com crianças em idade pré-escolar, de modo a prepará-las para o processo de alfabetização, pode evitar ou minimizar futuros problemas de aprendizagem. Com crianças e adolescentes em idade escolar, desenvolve potencialidades e otimiza as aprendizagens.  

Como se dá o trabalho psicopedagógico clínico?

Inicialmente, é realizada a avaliação psicopedagógica, necessária para o psicopedagogo detectar os problemas de aprendizagem apresentados pelo paciente, bem como identificar suas causas, considerando os múltiplos fatores envolvidos no processo de aprendizagem. Elabora-se, então, o laudo psicopedagógico que, quando necessário e autorizado pelos pais, pode ser disponibilizado à escola. Se confirmada a hipótese de dificuldade ou transtorno de aprendizagem, um plano de trabalho para tratamento psicopedagógico é elaborado e discutido com os pais.

O psicopedagogo fará contato com os outros profissionais que atendem meu filho?

Sim, o psicopedagogo deve trabalhar em rede com os diversos profissionais que atendem a criança/adolescente, fazendo contato com pediatras, neurologistas, geneticistas, psiquiatras, psicólogos, fonoaudiólogos, professores particulares e outros profissionais envolvidos com o paciente. A psicopedagogia é interdisciplinar por natureza.   


Como evolui uma criança ou adolescente submetido a tratamento?

A evolução do paciente, bem como o tempo de tratamento, depende da causa e do tipo de problema diagnosticado no processo de avaliação. Em geral, a dificuldade de aprendizagem tem um prognóstico melhor do que os transtornos, que exigem uma intervenção mais intensiva e por mais tempo. Seja qual for o caso, a intervenção psicopedagógica clínica visa à reabilitação do paciente, de modo que ele atinja o mais alto nível funcional possível, fazendo uso de suas potencialidades para minimizar o impacto de suas dificuldades e, desta forma, melhorar seu desempenho escolar.


Infelizmente muitas vezes a falta de conhecimento e informação retarda o diagnóstico das crianças, o que afeta diretamente em seu tratamento. 

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