6 DICAS PARA ENSINAR A CRIANÇA COM DISLEXIA.




Olá, tudo bem?

Confira abaixo 6 dicas que irão te ajudar na hora de ensinar as crianças que apresentam esse transtorno. E lembre que quando você aprende como ensinar uma criança disléxica, é possível ajudá-la a construir tanto sua consciência pessoal quanto suas habilidades cognitivas, usando métodos de abordagem multissensorial. 

Boa Leitura!


6 DICAS PARA ENSINAR A CRIANÇA COM DISLEXIA.

1) Use o método da Linguagem Estruturada Multissensorial (LEM)

Embora essa abordagem seja o padrão fundamental no ensino a crianças com dislexia, ela pode ser muito benéfica para todas as crianças. A LEM ensina consciência fonética, acústica fônica, compreensão, vocabulário, precisão, fluência e, ainda, a ler e escrever. Os estudantes são estimulados a usar todos os sentidos (tato, visão, movimento e audição) como parte do processo de aprendizagem.

2) Seja direto e explícito ao ensinar.

O ensino explícito inclui descrever e modelar a habilidade, dividi-la em passos, com instruções e retorno claros ao longo de todo o processo, dando exemplos e demonstrações, afirmando claramente o propósito e o raciocínio por trás dessa aprendizagem e apresentando a informação em ordem lógica. Esse processo deve ser feito até que os estudantes dominem a habilidade sendo ensinada.

3) Repita-se com frequência.

Uma vez que crianças disléxicas podem apresentar dificuldades com relação à memória de curto prazo, elas têm dificuldade para lembrar daquilo que você diz. Repita instruções, palavras-chaves e conceitos para facilitar a lembrança dos estudantes quanto ao que é falado em aula por tempo suficiente até, pelo menos, poderem escrevê-lo.

4) Faça uso do ensino por diagnóstico.

Você deve sempre avaliar quão bem o aluno entende daquilo que é ensinado. Se algo não ficou claro, a habilidade precisa ser reensinada. Esse é um processo contínuo. Com frequência, estudantes com dislexia precisam de mais tempo e de instruções mais intensas para aprender um conceito.

5) Use o tempo com sabedoria.

Crianças disléxicas quase sempre têm grande dificuldade ao se concentrar. Pode haver outros pontos que as estejam distraindo ou, ainda, elas talvez não consigam escutar uma longa palestra ou assistir a um vídeo extenso. Crianças com dislexia podem também ter grandes dificuldades com a memória de curto prazo, o que torna difícil a elas fazer anotações ou entender instruções simples.

6) Atenha-se a uma rotina diária.

Agendas ajudam as crianças disléxicas a saber o que esperar e o que virá a seguir. Se possível, disponibilize a todos os estudantes a sua rotina, em um mural na sala, com palavras e imagens.

Fonte Completa: Wikihow 


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RAIVA, MEDO E ANSIEDADE – COMO LIDAR COM ESSAS EMOÇÕES?


Olá, tudo bem?
Saiba que, o que se passa dentro de nós representa, certamente, um universo muito complexo, constituído de múltiplas emoções, pensamentos e sentimentos, bem como interpretações, valores, crenças, etc.
Conheça nessa matéria um pouco mais sobre a Raiva, Medo e a Ansiedade, e também como lidar com essas emoções. Boa leitura!
RAIVA, MEDO E ANSIEDADE – COMO LIDAR COM ESSAS EMOÇÕES?
Nosso comportamento reflete esses estados subjetivos diversos e que são fundamentais para lidarmos com diversas situações à nossa volta. Agimos de acordo com o que pensamos e sentimos, portanto, pode-se concluir que somos os nossos pensamentos e sentimentos.
Diariamente, enfrentamos e esbarramos com sentimentos diversos, e que muitas vezes nos causam raiva, tristeza, angústia, e, consequentemente, o estresse.
É impossível separar a emoção do estresse emocional, porém, podemos trabalhar o máximo possível para aprender a administrar esse estado.
Existem inúmeras emoções e cada uma delas pode se tornar uma fonte potencial de estresse.
Os três sentimentos mais encontrados em pessoas estressadas são:

Raiva

A raiva, muitas vezes, pode surgir em diversas situações, seja o término de um relacionamento, a perda de um emprego, de alguma oportunidades, etc., além disso, a raiva pode impulsionar o indivíduo a agir de forma totalmente distorcida, ter comportamentos e emoções irracionais, criando prejuízos.
Muitas vezes a pessoa não consegue identificar determinadas características em si mesma e, por isso, tem dificuldade em mudar o seu modo de pensar e agir.
É aconselhável que a pessoa pergunte a si mesmo antes de tomar qualquer atitude diante do que está entendendo, por exemplo, como uma provocação: o modo de perceber a situação, o que estou pensando? É a única maneira de ver os acontecimentos? Há outra interpretação que eu possa dar a isso? Desafie os seus pensamentos, frequentemente nossas emoções são alteradas quando reavaliamos o que está ocorrendo.

Medo

Temos dois tipos de medo. O medo saudável, aquele que é fundamental para a sobrevivência e adaptação do indivíduo ao ambiente. Por exemplo, o medo de trovão faz com que o indivíduo se proteja do mesmo. E o patológico, característico de fobias sociais, pânico, e que consequentemente atrapalham o funcionamento normal da vida do indivíduo.
É preciso analisar o tipo de medo experimentado para, dessa forma, poder trabalhar com ele de acordo com a sua intensidade.
Existem muitos tratamentos para o medo. Na psicologia, a terapia contribui muito para a sua diminuição ou extinção. Um exemplo disso é a terapia comportamental, na qual o indivíduo é exposto a técnicas como a dessensibilização sistemática (exposição ao estímulo causador de medo a fim de diminuir as respostas emocionais negativas diante do mesmo, entre muitas outras técnicas.)
Se o medo for analisado como um medo normal, ou seja, saudável, e que apenas acarreta algumas dificuldades cotidianas, pode-se utilizar técnicas de interpretação de pensamentos. Por que eu tenho medo? Quando se iniciou e quais as conseqüências? O que posso fazer para que esse medo passe. Que estratégias posso utilizar? Etc.

Ansiedade

A ansiedade é uma emoção que traz uma sensação de desconforto sempre que estamos em perigo. Dessa forma, esse sentimento nos prepara para enfrentar a situação e emitir comportamentos que reduzam ou previnam a ocorrência do perigo.
A ansiedade pode se manifestar através de sintomas fisiológicos, sintomas cognitivos ( que se passam em nossa cabeça: Nervosismo? Apreensão? Insegurança?) e sintomas comportamentais (o que fazemos para diminuir a ansiedade), por exemplo: dormir, ficar inquieto, os famosos brancos, etc.
Além disso, pode acarretar transtornos, tais como: transtorno de pânico, transtorno de ansiedade generalizada, estresse pós-traumático, entre outros.
Dependendo da causa e do nível de ansiedade, aconselha-se a procura por um psicólogo. Existem terapias muito eficazes para esse tipo de psicopatologia. Uma delas é a cognitiva comportamental.
Ainda, em casos mais graves, aconselha-se o tratamento medicamentoso.

Algumas dicas para lidar com esse sentimento são:

Ter em mente que a ansiedade é uma reação normal, e que se for aceita, permitirá que o indivíduo possa enfrentar as situações com mais facilidade;
Aceitar os erros como uma oportunidade para aprender. Ao diminuir os padrões de exigência, a ansiedade se reduz a um nível administrável;
Interagir socialmente, assim, é possível treinar e desenvolver as habilidades sociais, preparando-se para enfrentar diversos tipos de situações;
É importante que saibamos compartilhar esses sentimentos que nos causam tanto estresse e que acabam atrapalhando a nossa rotina. Você pode querer falar com alguém sobre isso, seja um amigo, ou um profissional, dependendo da gravidade da sua preocupação e o quanto ela está afetando o seu nível de estresse geral.
Fonte: Psiconlinews
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PORQUE ENSINAR BRINCANDO GARANTE RESULTADO!




Já sabemos que para um bom desenvolvimento é necessário a estimulação em nossos pequeninos!

Ensinar brincando é a chave para um resultado de muita diversão.

Trabalhar de forma descontraída atrai mais a atenção dos pequenos e faz com que eles se interessem mais pelas atividades, e ao mesmo tempo você desenvolve alguns benefícios tais como a noção do tempo, percepção do corpo e espaço.

Pensando nisso separamos um conteúdo que traz algumas atividades simples e com muita diversão.



Boa leitura e um ótimo final de semana cheio de diversão e alegria!


Dicas de brincadeiras para estimular o desenvolvimento do seu filho:

Pular corda: ajuda no desenvolvimento motor das crianças, noção de tempo e percepção do corpo.

Gato mia: Além de estimular e desenvolver o sentimento de confiança da criança nos amigos, trabalha com a audição e a percepção do espaço

Caça ao tesouro: principalmente para as crianças que estão começando a ler e escrever, a brincadeira estimula a capacidade de interpretação. A brincadeira também é ideal para crianças tímidas se enturmarem, já que ela terá que correr, pensar e trabalhar em equipe para desvendar o jogo.

Bexigas de água: a brincadeira ajuda o pequeno a experimentar a noção de luta, mas sem machucar ninguém. A criança pode medir sua força e trabalhar a noção de distância durante a brincadeira.

Aventura: propor desafios para as crianças faz com que elas trabalhem a coordenação motora e a resistência, além de trabalhar com as dificuldades e obstáculos pelo caminho e o trabalho em equipe.


Brincar de boneca ou carrinho: a criança descobre a capacidade de cuidar, de trocar experiências e de imaginar situações com o brinquedo.

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VOCÊ SABE QUAIS SÃO OS SINAIS DE ATRASO NO DESENVOLVIMENTO DE UMA CRIANÇA?




Olá pais e professores,

Este assunto é muito importante tanto para os familiares, como para o ambiente escolar, pois para identificar atrasos no desenvolvimento ambos precisam trabalhar juntos, com o olhar atento!

Conforme a criança vai crescendo, é natural que surjam as comparações, e preocupações do tipo, será que está tudo correndo dentro do esperado para a idade?

Dúvidas, insegurança é normal, porém, é preciso estar sempre atento a alguns sinais de atrasos. Caso identifiquem algum problema, a intervenção rápida ajuda a reduzir eventuais prejuízos futuros.

Confira abaixo uma matéria que esclarecerá as dúvidas constante sobre este assunto. 
Uma boa leitura!

VOCÊ SABE QUAIS SÃO OS SINAIS DE ATRASO NO DESENVOLVIMENTO DE UMA CRIANÇA?

Como saber se há algo errado com a criança?

Conforme a criança vai crescendo, é natural que surjam as comparações e que os pais se preocupem se está tudo correndo dentro do esperado para a idade dela. Dúvidas como:
Será que com essa idade ele já não deveria estar engatinhando? 
A filha da vizinha já fala várias palavras, por que será que ela não fala ainda?

A questão é que cada criança tem um ritmo diferente de desenvolvimento. Assim sendo, muitas vezes é difícil separar o que é simplesmente uma particularidade e o que é um verdadeiro atraso no desenvolvimento, que possa estar sendo causado por alguma condição que precise ser investigada e tratada.

A observação dos pais e das pessoas que mais convivem com a criança é a melhor forma de identificar possíveis atrasos. Caso seja identificado algum problema, intervenções médicas ou terapias específicas ajudam a reduzir eventuais prejuízos futuros, principalmente se iniciadas bem cedo.

O que significa exatamente atraso no desenvolvimento?
Os médicos usam o termo atraso no desenvolvimento quando uma criança não atinge alguns dos marcos do desenvolvimento com a idade esperada, mesmo já levando em conta as variações individuais. O atraso pode ocorrer em uma ou mais áreas:


  • Coordenação motora ampla (habilidades físicas como rolar, sentar e andar)
  • Coordenação motora fina (capacidade de segurar as coisas, manipular objetos)
  • Linguagem e fala (tanto a compreensão quanto a fala)
  • Habilidades sociais (relacionamento com outras pessoas)
  • Capacidade de autocuidado (vestir-se, usar o banheiro) 
É comum uma criança ter atraso no desenvolvimento?
Estudos já mostraram a ocorrência de atrasos do desenvolvimento em de 10 a 15% das crianças de menos de 3 anos, portanto se trata de um problema relativamente comum. Entre os atrasos estão dificuldade de aprendizado, de se comunicar, de se movimentar e até de brincar.

Quanto mais rapidamente a criança receber terapias adequadas, maior a chance de reduzir o impacto do atraso neuropsicomotor.

Alguns desses atrasos desaparecem até o início da vida escolar (ensino fundamental). Já outros são identificados apenas mais tarde. 

Cerca de 40 por cento das crianças que têm algum atraso no desenvolvimento possuem também um outro atraso em outra área. Somente 2% possuem três tipos ou mais.

Que tipo de problema os pais podem perceber?
A maioria das famílias consegue perceber com certa facilidade atrasos nos grandes marcos do desenvolvimento, como engatinhar e andar. Mas também há atrasos mais específicos, como a dificuldade em segurar objetos pequenos ou passar um brinquedo de uma mão para outra.

Na área da linguagem, um dos sinais de alerta é perceber que a criança não entende o significado de palavras, ou não tenta se comunicar, seja apontando ou balbuciando.

Nas consultas de rotina, o pediatra deve fazer perguntas sobre o comportamento do bebê e observá-lo para ter certeza de que ele está se desenvolvendo como o esperado.

Crianças que nasceram prematuras podem demorar mais para atingir certos marcos do desenvolvimento se comparadas com bebês nascidos no tempo certo. Até o segundo ou o terceiro aniversário, o pediatra pode preferir considerar como a idade do bebê prematuro a data prevista de parto, ou seja, a data em que a gestação teria completado 40 semanas.

O que pode estar causando o atraso?
Em algumas situações, o atraso no desenvolvimento tem uma causa médica identificável, como complicações de um nascimento prematuro ou uma condição genética como a síndrome de Down ou outras síndromes. Também pode ser causado por algum acidente ou doença.

Problemas na fala e na linguagem podem ser causados por dificuldade de audição, questões físicas ou neurológicas ou ainda transtornos cognitivos. Pediatras, neuropediatras, fonoaudiólogos costumam ser os profissionais envolvidos em diagnóstico e opções de tratamento.

Problemas de visão podem ser a causa de alguns atrasos, e são difíceis de perceber. No início é o pediatra que examina a visão do bebê, mas em caso de preocupação ele pode encaminhar o bebê para uma avaliação mais detalhada com um oftalmologista.

O médico disse que está tudo normal, mas ainda estou preocupada
Se, mesmo depois de uma avaliação cuidadosa por parte do pediatra, ele não tiver identificado nenhum atraso, mas mesmo assim você não tiver se convencido, confie nos seus instintos e procure uma segunda opinião, ou então a avaliação de um especialista (neuropediatra, fonoaudiólogo ou ortopedista, dependendo do tipo de atraso).


Pode até ser que esteja tudo normal e que a criança supere rapidamente o atraso, ou pode ser que uma terapia curta já seja suficiente para resolver o problema. Mesmo que realmente não seja nada, você vai estar tranquila de que está fazendo tudo o que pode para que seu filho tenha a melhor assistência e o melhor desenvolvimento possíveis.

Fonte: Baby Center

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