Você sabe explorar os Cinco Sentidos dos seus alunos?




 Olá teacher,

Hoje vamos compartilhar um conteúdo muito importante para a Educação Infantil: O Aprendizado Sensorial!

Desde o ventre da mãe a criança já desenvolve os sentidos de forma natural.

E o mundo que nos cerca está cheio de informações, que chegam até nós através do tato, olfato, visão, audição, gustação, movimentos e posições do corpo.

Ensinar os pequeninos a explorar esses 5 sentidos não é uma tarefa muito difícil, aliás eles adoram experimentar novas sensações.

Veja abaixo algumas dicas de atividade de Percepção Gustativa!


ATIVIDADES SENSORIAIS PARA ESTIMULAR OS 5 SENTIDOS DAS CRIANÇAS!

O desenvolvimento sensorial é a base de toda a aprendizagem. Através dos estímulos sensoriais (sons, cheiros, cores, texturas, sensações etc.) as crianças vão conhecer e aprender do mundo que o rodeia, e mais bem-sucedido e eficiente será este aprendizado
Os sentidos são responsáveis pela nossa capacidade de interpretar o ambiente, ou seja, captar diferentes estímulos ao nosso redor. Sem os sentidos não seríamos capazes de perceber as variações do meio e, consequentemente, de produzir uma ação adequada diante de um perigo.
Tradicionalmente, aceitamos que os seres humanos possuem cinco sentidos principais: visão, olfato, paladar, audição e tato.

Quais os sistemas sensoriais que devem ser observados?
·         Sistema táctil: é o responsável por tudo aquilo que está em contato com a pele. Exemplo: toque (reconhecer um objeto no escuro), preensão, temperatura (sensação de quente e frio), textura (áspero e macio);
·        Sistema auditivo: habilidade de reconhecer sons, discriminar, transformar e reagir a sons;
·    Sistema oral/gustativo: é o paladar e tudo que é relativo aos estímulos dentro da boca. Exemplo: experimentar sabores doces, salgados, ácidos, azedos ou experimentar alimentos de diferentes consistências;
·     Sistema olfativo: é o cheiro, processamento e discriminação de odores;
·    Sistema visual: todas as habilidades relativas à visão;
·    Sistema vestibular: localizado no ouvido, está relacionado ao movimento e equilíbrio, além de coordenar movimentos, como a conexão entre olho e mão e os dois lados do corpo (coordenação bilateral);
·    Sistema proprioceptivo: relacionado à posição do nosso corpo no espaço, a noções de peso, pressão, alongamento e mudança de posição. É o corpo como um todo, tanto em situações estáticas quanto em situações dinâmicas. É devido a este sistema que conseguimos, por exemplo, escrever sem termos que olhar para cada movimento da nossa mão.
Assim, quando tudo está a funcionar bem, o nosso cérebro organiza as informações recebidas do ambiente através do corpo para reproduzir uma resposta adequada a cada estímulo. A este processo, dá-se o nome de integração sensorial.

Quais atividades estimulam os sentidos?

Movimentos, texturas, aromas, sabores, são informações que podem ser muito bem integradas ao que ouvimos e vemos, para enriquecermos ainda mais a capacidade de discriminação e aprendizagem do cérebro. Veja algumas sugestões:
·   Modifique o ambiente! Coloque música, altere a luminosidade, use lanternas para contar uma história.
·   Manipule diferentes texturas. Utilize bacias para colocar materiais como areia, pedras, gel de cabelo, creme corporal, farinha, grãos, etc. Incentive a criança a brincar. Uma possibilidade é usar essas texturas para criar cenários e objetos que se relacionem com os conteúdos trabalhados em classe, como animais, meios de transporte, entre outros. Ainda pode ser sugerida uma escavação para encontrar letras dentro das bacias e, com elas, formar palavras-livros com figuras grandes são boas opções.     Há livros interativos, com fantoches, texturas ou figuras adesivas para complementar a leitura.
·   Traga papéis de cores e espessuras diferentes, assim como materiais variados para a pintura. Use misturas de cores, tintas caseiras ou comestíveis.
·   Massinha de modelar tem diversas possibilidades. Você pode convidar as crianças a criar animais e objetos, ou usá-la para contornar letras e números.
·   Grave sons da natureza, de animais e da própria criança falando e reserve um momento para a escuta.

O que fazer caso a criança apresente um déficit de aprendizado?

Contudo, há pessoas que possuem déficits nos sistemas sensoriais. Estes problemas podem causar inúmeras complicações no processo de aprendizagem, que vão da falta de atenção e concentração até a baixa confiança em si mesmo. Fique atento se o seu aluno apresentar:
·   Hipersensibilidade a movimentos, sons, odores e ambientes diferentes.
·   Hipersensibilidade ao manipular materiais como cola, areia, tinta ou até mesmo comida, utilizando sempre a ponta dos dedos.
·   Medo ao realizar experiências que envolvam os sistemas sensoriais já citados;
·   Medo de altura e falta de equilíbrio.
·   Coordenação motora empobrecida: dificuldade em correr ou pular, problemas com a escrita e com a preensão do lápis.
·   Problemas com situações de desafio.

Para amenizar estas dificuldades, o professor pode verificar se a quantidade de estímulos trabalhados não está em demasia, já que muita informação sensorial ao mesmo tempo pode estressar e até desorganizar a aprendizagem da criança. Outro ponto importante é não “forçar” a realização de uma atividade na qual o aluno demonstra medo ou outra reação incomum.

DICA DE ATIVIDADE:
PALADAR:
Que tal fazer uma salada com a turma? Onde podemos sentir o sabor dos alimentos?

O paladar é um importante sentido do corpo humano que nos permite reconhecer os sabores, além de sentir a textura dos alimentos ingeridos.


A língua é o principal órgão desse sentido e é capaz de diferenciar entre os gostos doce, salgado, amargo e azedo.

IMPRIMIR UMA LÍNGUA GIGANTE PARA MOSTRAR OS LOCAIS ONDE OS SABORES SÃO SENTIDOS.



Experimentar os sabores com os olhos vendados: Café, chocolate, laranja, limão.



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 Fonte: naescola.eduqa.me ----- professorajuce.blogspot.com.br 

SINAIS PARA SUSPEITAR DE TRASTORNO DE APRENDIZAGEM!








SINAIS PARA SUSPEITAR DE TRASTORNO DE APRENDIZAGEM!

Crianças com dificuldade de aprendizagem na escola podem ser vistas por pais e professores como desinteressadas e desleixadas. Mas as notas vermelhas talvez sejam sinal de dislexia, distúrbio que afeta a capacidade de ler e escrever. A condição afeta cerca de 5% da população brasileira, segundo o Instituto ABCD, organização social voltada a jovens com dislexia e outros problemas de aprendizagem.

O diagnóstico de uma criança disléxica pode ser feito apenas a partir da alfabetização, quando um professor percebe que a evolução do aluno está aquém da esperada.
 Mesmo assim, é necessário que a criança seja submetida à análise de professores, psicólogos e fonoaudiólogos para diferenciar se ela tem dificuldades pontuais ou é disléxica.

Confira sete sinais de que seu filho pode ser disléxico:


1.    Leitura lenta e pouco fluente
      Dificuldade em identificar palavras e associá-las a seus sentidos. 
     Sua leitura em  voz alta costuma ser menos fluente do que a das outras crianças da               mesma idade escolar. 

2.     Erros ortográficos
Letras com pronúncias semelhantes, como V e F ou B e D, costumam ser trocadas na escrita, ocasionando erros ortográficos. Crianças disléxicas também têm dificuldade de memorizar regras de ortografia e até de juntar duas letras para formar uma sílaba simples.

3.     Demora na construção de frases
Pela dificuldade de formar palavras e atribuir significados a elas, os portadores do distúrbio costumam apresentar lentidão para construir frases.

4.     Dificuldade em seguir ordens longas
A dislexia afeta a memória de curto prazo. Por isso, ordens longas – como abrir um determinado livro em uma determinada página e fazer um determinado exercício – são um desafio para os disléxicos.

5.     Escrita espelhada
A escrita espelhada decorre da dificuldade na formação de palavras e no aprendizado do alfabeto, presente nos disléxicos em idade escolar.

6.    Falta de concentração
Disléxicos podem ter problemas de se concentrar em atividades que exijam atenção, como quebra-cabeças e jogos dos sete erros.

7.     Dificuldade com noções de tempo e espaço
Crianças disléxicas demoram mais do que as outras para adquirir noções temporais e espaciais, assim como a dominância de lados e os conceitos de direita e esquerda. Elas podem confundir “ontem e hoje” ou “acima e abaixo”.

A maioria dos transtornos de aprendizagem são identificados quando a criança ingressa na escola, isso porque a criança entra em contato com todas as competências de maneira sistêmica e também está interagindo com outras crianças da mesma idade.


Por isso um professor bem preparado, e com conhecimentos específicos pode diagnosticar e interver esse transtorno e mudar a vida de seu aluno.

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Você sabe como estimular a autonomia do seu filho ou aluno?




Olá pais e professores,
Na vida dos filhos, a autonomia depende da diminuição da dependência dos pais e outros adultos, como professores por exemplo e tem como ganho uma maior segurança em relação as próprias capacidades.
 Para que a criança se torne autônoma ela necessita ser autorizada por seus pais a crescer e se desenvolver, o que nem sempre é fácil.
O desenvolvimento da autonomia na infância permite a construção de uma personalidade saudável e possibilitará o desenvolvimento da capacidade de resolver conflitos ao longo da vida.
Quer saber mais? Clique na matéria e saiba como estimular essa autonomia;)
Boa leitura!
INCENTIVAR A AUTONOMIA É FUNDAMENTAL PARA O DESEMPENHO COGNITIVO DA CRIANÇA.
Pesquisa canadense mostra que, quando as mães dão suporte para que a criança possa realizar atividades sozinha, há uma melhora em sua capacidade de resolver problemas, na memória e no pensamento
Você faz tudo para o seu bebê? Tudo até encaixar um bloco de brinquedo que ele não está conseguindo? Veja só: um estudo realizado na Universidade de Montreal com 78 mães e filhos mostrou que, quando elas dão autonomia às crianças, há um impacto positivo na função executiva, um dos pilares do desenvolvimento cognitivo. Essa função engloba a memória de trabalho, raciocínio, capacidade de resolução de problemas e flexibilidade de tarefas, além da capacidade de planejamento e execução de atividades.
Para o estudo, as famílias foram visitadas em duas ocasiões: quando a criança tinha 15 meses e depois, ao completar 3 anos. Na primeira visita, foi pedido à mãe que ajudasse o filho a completar uma tarefa com um nível de dificuldade consideravelmente alto. Essa atividade durava cerca de 10 minutos e foi gravada em vídeo para que os pesquisadores pudessem analisar o tipo de suporte materno. Ou seja, se ela o encorajava, se era flexível, se incentivava e respeitava o ritmo da criança.
Quando as crianças completaram 3 anos, os cientistas, por meio de uma série de jogos adaptados, avaliaram a força da memória de trabalho e da capacidade de pensar sobre vários conceitos simultaneamente. Aquelas que obtiveram melhores pontuações tinham mães que ofereciam um suporte consistente ao desenvolvimento de sua autonomia.
Autônomo desde cedo?

Você pode até achar exagero dar autonomia ao bebê desde pequeno. Mas trata-se de um processo gradual, que vai se desenvolvendo à medida que o seu filho realiza novas conquistas e adquire condições que contribuem pouco a pouco para que ele se torne independente. “Nós não ‘damos’ autonomia a uma criança, nós vamos ensinando e deixando que ela tente resolver questões, situações e conflitos nos quais houve uma orientação prévia, para que possamos reforçar os conceitos educativos e valores morais ensinados anteriormente. Neste sentido, a escolha da criança não é autônoma, mas supervisionada por pais ou responsáveis”, explica a psicóloga Rita Calegari, do Hospital São Camilo (SP).
Por isso, não se assuste: incentivar essa independência do seu filho é muito diferente de deixá-lo tomar decisões e fazer escolhas por conta própria. “Esse estímulo desde bebê é extremamente desejável. Para um desenvolvimento psicológico saudável é necessário que se interaja com o ambiente e que este o desafie, isto é: propor à criança situações que estimulem a busca ativa por soluções”, explica o psicólogo e neurocientista Hudson de Carvalho, do Código da Mente.

Isso quer dizer que você deve estar ao lado da criança, orientando no que for possível, incentivando a realização de tarefas e propondo novos desafios, sempre permitindo que ela supere seus limites e explore o ambiente, dentro do que for seguro. “Dar espaço e oportunidade ao bebê é um ato de amor, cuidado e desprendimento”, explica o psicólogo Hudson.
É precisamente este terceiro item que representa o maior obstáculo para os pais: todo mundo quer ver o filho feliz e realizado, por isso é difícil (e doloroso) vê-lo lidar com o erro e a decepção sem interferir.  “O desprendimento surge quando o pai e mãe permitem que a criança lide com a frustração. Deve-se dar incentivos para que o bebê tente resolver algo que tenha condições de dar conta sozinho”, completa Hudson.
Quer saber como, no dia a dia, você pode incentivar a autonomia do seu filho? Confira abaixo dicas que você pode aplicar de acordo com a idade da criança:
- Envolva a criança aos poucos em pequenas escolhas do dia a dia. Deixe-a decidir qual será a sobremesa do almoço de sábado, por exemplo. Dê opções de trajes para que decida o que prefere vestir, apresente diferentes livros. Dica: limite o número de opções para que ela não se sinta perdida.
- Deixe o seu filho ciente sobre os ônus e bônus de toda a escolha, antes que ela decida o que quer e dê tempo para que possa refletir.
- Se a criança se arrepender da escolha que fez, ensine-a a lidar com a frustração! Explique que é assim mesmo, que haverá outras oportunidades e que ela fez o que achou melhor para aquele momento. Não a critique ou diga "eu te disse!".
- Separe todos os dias 30 minutos para brincar com seu filho e neste período de tempo se proíba de corrigi-lo, repreendê-lo e guiar a brincadeira. Faça aquilo que ele indicar que quer fazer - desde que não o coloque em risco, claro!
Fonte: Revista Crescer

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ENTENDENDO A SURDOCEGUEIRA!







Ola pais e professores,

Por esses dias vamos falar um pouco sobre uma deficiência que merece nossa atenção: a Surdocegueira!

O que é? Quais as causas? Quais os tipos de surdocegueira? E os recursos?

Entenda a surdocegueira e como interagir com um surdocego!

Boa Leitura ;)


ENTENDENDO A SURDOCEGUEIRA!

A surdocegueira é uma deficiência única caracterizada pelo prejuízo de dois sentidos, a visão e audição simultaneamente e em graus de perda diferentes. Não se trata de uma pessoa surda que não pode ver e nem de uma cega que não pode ouvir, isto é, a surdocegueira não consiste nasomatória das duas deficiências, podendo não haver a perda total dos dois sentidos.

Por ser desprovida de dois sentidos importantes a perda sensorial traz dificuldades para o desenvolvimento da compreensão do ambiente e muitas vezes a pessoa com surdocegueira fica isolada das informações do mundo que a cerca.

O surdocego necessita da utilização dos sentidos remanescentes, ou seja, aqueles que estão intactos: o olfato, paladar, tato e aqueles que ainda possuem resíduo: visuais e ou auditivos. Sentidos estes, que lhe trarão informações sobre o ambiente no qual está inserido.

Causas

Alguns indivíduos se tornam surdocegos em decorrência de alguma condição resultante de meningite ou acidente com trauma. Outras condições como a rubéola materna, complicações devido a prematuridade, danos cerebrais, paralisia cerebral, diabetes, síndrome de Usher (degeneração da retina em função de retinose pigmentar), síndromes genéticas e encefalite estão entre as causas frequentes da surdocegueira.

Tipos de Surdocegueira

-Cegueira Congênita e Surdez Adquirida
-Cegueira e Surdez Adquirida
-Surdez Congênita e Cegueira Adquirida
-Baixa visão com Surdez Congênita ou Adquirida.
-Cegueira e Surdez Congênita



Recursos específicos para a pessoa com surdocegueira

Línguas de sinais e intérprete: é o meio de comunicação mais comum utilizado, se a pessoa nasceu surda a primeira língua aprendida é a dos sinais (LIBRAS).

Braille: é um recurso utilizado pelas pessoas com cegueira para desenvolver a escrita e a leitura pelo tato. Para tanto são usados recursos materiais como: reglete, punção, máquinas braille e soroban.

Alfabeto Dacticológico: é o uso do alfabeto manual, em alguns casos, já utilizados pelos surdos. O interlocutor faz a letra na palma da mão da pessoa surdocega. Cada letra corresponde a uma posição dos dedos.

Tablitas de comunicação: é um meio de comunicação feito de plástico resistente com letras em relevo, números ordinários e caracteres em braille. A pessoa com surdocegueira, coloca o dedo indicador nas letras estabelecendo a comunicação.

Diálogo (fala escrita): consiste na utilização de uma máquina braille, máquina de escrever eletrônica, um gravador e uma linha telefônica. O surdocego escreve na máquina e o texto é impresso, assim, o vidente lê e utiliza a mesma forma para escrever e assim está estabelecida a comunicação.

CCTV: é um ampliador de imagens que visa auxiliar a pessoa que tem um resíduo visual muito pobre a ler e escrever, o CCTV amplia em até sessenta vezes o tamanho da figura.

Tellethouch – Este aparelho tem teclado de uma máquina braille e um teclado normal.

Letras de forma: Esta é a forma mais simples de comunicação para a pessoa com surdocegeuira. Neste caso, é preciso que o interlocutor saiba as letras maiúsculas do alfabeto. O dedo indicador funciona como uma caneta e o interlocutor escreve na palma da mão do surdocego.

Tadoma: Consiste na vibração da fala do interlocutor. A pessoa surdocega, coloca as mãos na face do interlocutor próxima à boca e sente a vibração da fala. É preciso muito treino e prática da pessoa surdocega para estabelecer comunicação utilizando este método.

Fonte: BRASIL. Ministério da Educação e da Cultura. Saberes e Práticas da Inclusão. Dificuldades de comunicação e sinalização: Surdocegueira / múltipla deficiência sensorial Secretaria de Educação Especial – Brasília: MEC/SEESP – 2006.


VOCÊ SABE COMO DESENVOLVER O RACIOCÍNIO LÓGICO INFANTIL?


Ola Professores, 

O desenvolvimento de uma criança é algo surpreendente, e a cada dia elas nos desafiam mais em seus aprendizados e curiosidades.

E você sabia que o raciocínio lógico de uma criança tem tudo a ver com as brincadeiras as quais elas são estimuladas?E se eu te dissesse que tem a ver com brincadeira e matemática?Pois é, os brinquedos e brincadeiras  podem sim estimular o desenvolvimento e o raciocínio lógico de seu aluno ou filho.

E esta demanda de saber e entender é rápida demais...agora fica a pergunta, 

VOCÊ SABE COMO DESENVOLVER O RACIOCÍNIO LÓGICO INFANTIL?

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Boa leitura ;)



VOCÊ SABE COMO DESENVOLVER O RACIOCÍNIO LÓGICO INFANTIL?


As crianças, desde bem pequenas, pensam sobre o mundo que as cerca e procuram compreendê-lo.
 Um trabalho intencional com as áreas de conhecimento, entre elas a matemática, contribui para que as crianças elaborem e sistematizem conhecimentos.

No entanto, é importante considerar que a educação infantil engloba o período de zero a 6 anos, portanto é necessário se ter em conta as características próprias das crianças de cada faixa etária, suas necessidades, prioridades e sua forma de conhecer o mundo.

Na prática, no início, as crianças devem ter uma aproximação global com os conteúdos. Não se trata de trabalho matemático, mas atividades com calendários, com músicas que veiculam séries numéricas. Até com bebês, é possível desenvolver uma consciência espacial que é a gênese do trabalho com matemática

O uso de jogos e curiosidades no ensino da Matemática tem o objetivo de fazer com que os adolescentes gostem de aprender essa disciplina, mudando a rotina da classe e despertando o interesse do aluno envolvido.

Os jogos trabalhados em sala de aula devem ter regras, esses são classificados em três tipos: 

1. Jogos estratégicos, onde são trabalhadas as habilidades que compõem o raciocínio lógico. Com eles, os alunos leem as regras e buscam caminhos para atingirem o objetivo final, utilizando estratégias para isso. O fator sorte não interfere no resultado.

2. Jogos de treinamento, os quais são utilizados quando o professor percebe que alguns alunos precisam de reforço num determinado conteúdo e quer substituir as cansativas listas de exercícios. Neles, quase sempre o fator sorte exerce um papel preponderante e interfere nos resultados finais, o que pode frustrar as ideias anteriormente colocadas.

3. Jogos geométricos, que têm como objetivo desenvolver a habilidade de observação e o pensamento lógico.
Com eles conseguimos trabalhar figuras geométricas, semelhança de figuras, ângulos e polígonos. Os jogos com regras são importantes para o desenvolvimento do pensamento lógico, pois a aplicação sistemática das mesmas encaminha a deduções. São mais adequados para o desenvolvimento de habilidades de pensamento do que para o trabalho com algum conteúdo específico. Em ambos temos regras, instruções, operações, definições, deduções, desenvolvimento, utilização de normas e novos conhecimentos (resultados).


O trabalho com jogos matemáticos em sala de aula nos traz alguns benefícios:

  • Conseguimos detectar os alunos que estão com dificuldades reais
  • O aluno demonstra para seus colegas e professores se o assunto foi bem assimilado
  • Existe uma competição entre os jogadores e os adversários, pois almejam vencer e para isso aperfeiçoam-se e ultrapassam seus limites
  • Durante o desenrolar de um jogo, observamos que o aluno se torna mais crítico, alerta e confiante, expressando o que pensa, elaborando perguntas e tirando conclusões sem necessidade da interferência ou aprovação do professor
  • Não existe o medo de errar, pois o erro é considerado um degrau necessário para se chegar a uma resposta correta
Mas devemos, também, ter alguns cuidados ao escolher os jogos a serem aplicados: 

  • Não tornar o jogo algo obrigatório
  • Escolher jogos em que o fator sorte não interfira nas jogadas, permitindo que vença aquele que descobrir as melhores estratégias
  • Utilizar atividades que envolvam dois ou mais alunos, para oportunizar a interação social
  • Estabelecer regras, que podem ou não ser modificadas no decorrer de uma rodada
  • Trabalhar a frustração pela derrota na criança, no sentido de minimizá-la
  • Estudar o jogo antes de aplicá-lo (o que só é possível, jogando).

EDUCAÇÃO INFANTIL : A NATUREZA COMO FERRAMENTA PEDAGÓGICA







Olá professores, tudo bem?

Semana mundial do Meio Ambiente, e nós resolvemos falar um pouco sobre esta relação do MEIO AMBIENTE com a EDUCAÇÃO INFANTIL!

Sabemos que hoje as crianças estão "expert" com as tecnologias, mas o contato com a natureza faz toda a diferença no desenvolvimento do aluno.

Brincar com um brinquedo reciclável por exemplo pode ser muito divertido, ainda mais se a criança fizer parte de toda a criação deste brinquedo.

E que tal você professor, sugerir uma atividade de coleta e brincadeiras em sua escola, abordando os temas do meio ambiente? Com certeza será um sucesso!

Então leia este texto, confira as dicas e compartilhe suas ideias!


Boa leitura ;)


Educação Infantil: a natureza também é ferramenta pedagógica.
Na educação infantil, escolas apostam na sustentabilidade como ferramenta pedagógica e em um ensino orientado por vivências mais sistêmicas.
Na era da tecnologia, como nutrir uma infância mais conectada à natureza? Investir em uma criação mais sensível às questões atreladas à sustentabilidade é uma forma de educar crianças e ensiná-las sobre a importância da preservação do meio ambiente e de uma rotina mais verde.
Atentas à importância do contato com a natureza, muitas escolas apostam na sustentabilidade como ferramenta pedagógica e em um ensino orientado por vivências mais sistêmicas, e menos fragmentadas.
O déficit de natureza na vida das crianças é muito grande. Quando a criança está em um espaço prazeroso, onde há um contato mais direto com a natureza, todo o seu potencial se abre para a construção do conhecimento. Esse é um dos fatores que facilita muito o aprendizado dos alunos.
A seguir, confira algumas dicas para inspirar práticas pedagógicas que aproximem as crianças da natureza e inspirem hábitos mais saudáveis:
Coleta seletiva: “Os educadores podem ver a sucata como um material muito rico para trabalhar, principalmente na educação infantil. Sem contar as possibilidades de transformar esse material em coisas que vão aproveitar como brinquedos, fantoches e jogos pedagógicos”
Uma planta dentro da sala de aula: “Se não há espaço, quintal ou jardim, é possível ter dentro da sala uma babosa, um cheiro verde, plantas aromáticas. Dá para fazer muito nos espaços, mesmo que pequenos. É diferente para uma criança conhecer uma raiz na figura do livro ou ao vivo”

Atividades ao ar livre: “Você pode levar a criança para contar uma história em outro ambiente.

Consumo consciente: “Essa busca pelas coisas mais naturais, trabalhar com a questão do consumo da água, da energia. São cuidados que vemos que as crianças aprendem na escola e levam para casa”.

Queremos ver as suas dicas e ideias também, compartilhe conosco ;)

PAPÁ, MAMÃ??ATÉ QUANDO ISSO É NORMAL?

























Olá professores!

Você sabia que a aprendizagem da fala, tem tudo a ver com a escrita?

E que os problemas que a falta da identificação de determinados transtornos pode trazer para o futuro de nossas crianças?
Hoje vamos compartilhar com vocês, um assunto muito importante sobre Transtornos da linguagem, o que é, e os possíveis sinais que esse transtorno apresenta. 

Afinal, "PAPÁ, MAMÃ...ATÉ QUANDO É NORMAL?

Descubra aqui.

Boa leitura ;)


O que é o Transtorno de Linguagem?

Pouco conhecido pelos profissionais que atuam com a criança, esse transtorno DEL causa dificuldades no desenvolvimento da fala, que podem trazer consequências para toda a vida. Por isso, observar e detectar qualquer sintoma precocemente ajuda no tratamento.

A aquisição e o desenvolvimento da linguagem são marcos importantes no desenvolvimento de uma criança. O “começar a falar” é um momento muito especial para os pais.

O que os pais e professores podem fazer? 

Podem ficar atentos quanto aos marcos de desenvolvimento da linguagem, como por exemplo: com 1 ano as crianças já começam a falar as primeiras palavras (papai, mamãe); com 1 ano e meio elas já conseguem juntar duas palavras e a partir dos 2 anos, as crianças já começam a formar pequenas frases.

Quando isso não acontecer é importante que os pais busquem uma orientação profissional. Até mesmo nas creches e escolas, os professores podem observar estes marcos de desenvolvimento.

Às vezes os profissionais não indicam aos pais um especialista, por considerarem que esse atraso faz parte do desenvolvimento da criança. No entanto, se ela, após os dois anos de idade, não se comunicar por palavras a maior parte das vezes, ou demorar para formular frases, vale a pena a avaliação.

Os atrasos de linguagem não têm, todos, a mesma origem, a mesma evolução. Sob o rótulo “problemas de linguagem” ou “atraso de linguagem” misturam-se problemas diversos em sua expressão, origem e gravidade.

Diagnosticar e, consequentemente, reabilitar essas crianças com programas de intervenção adequados e efetivos às suas dificuldades, não é uma tarefa fácil. Como a criança está em fase de desenvolvimento, é comum, pensar que com o tempo, a criança irá falar.

Um outro aspecto, que também é desconhecido por muitos pais e até por profissionais da área, é que a linguagem oral está diretamente relacionada à aprendizagem.

 Crianças que apresentaram problemas ou dificuldades na linguagem poderão apresentar futuramente dificuldades acadêmicas, por isso, o diagnóstico e o tratamento precoce são fundamentais. 

Há maneiras de ajudá-la a se comunicar melhor:

-Repetir várias vezes a frase até que a criança compreenda. Se necessário, utilizar sinônimos e dar exemplos.
-Falar daquilo que se encontra ao redor da criança.
-Utilizar frases curtas no início e torná-las mais complexas pouco a pouco, conforme o desenvolvimento da criança.
-Usar da linguagem corporal (expressão facial, gestos…).
-Complementar a comunicação com desenhos e filmes.

Quais são os Sinais indicativos de um Distúrbio Específico de Linguagem: 


http://www.atrasonafala.com.br/picture/upload/image/ico-bullet.png O aparecimento da fala é lento ou atrasado;
http://www.atrasonafala.com.br/picture/upload/image/ico-bullet.png A compreensão pode ser normal ou pode estar alterada; 
http://www.atrasonafala.com.br/picture/upload/image/ico-bullet.png Dificuldade em combinar palavras para formar frases; 
http://www.atrasonafala.com.br/picture/upload/image/ico-bullet.png Presença de alterações fonológicas (troca de sons na fala); 
http://www.atrasonafala.com.br/picture/upload/image/ico-bullet.png Presença de alterações morfossintáticas: não consegue estruturar adequadamente uma frase, dificuldade com verbos, preposições;
http://www.atrasonafala.com.br/picture/upload/image/ico-bullet.png Flexionamento verbal e nominal ausente ou inadequado; 
http://www.atrasonafala.com.br/picture/upload/image/ico-bullet.png Dificuldade na organização sequencial das palavras nas frases (inverte a ordem das palavras); 
http://www.atrasonafala.com.br/picture/upload/image/ico-bullet.png Fala ininteligível – os familiares não conseguem entender o que a criança está falando; 
http://www.atrasonafala.com.br/picture/upload/image/ico-bullet.png Vocabulário restrito – dificuldade para aprender novas palavras; 
http://www.atrasonafala.com.br/picture/upload/image/ico-bullet.png Pode aparecer disfluências, como hesitações, repetições de silabas e de palavras (sinais parecidos com uma gagueira); 
http://www.atrasonafala.com.br/picture/upload/image/ico-bullet.png Não conseguem relatar fatos, recontar uma história; 
http://www.atrasonafala.com.br/picture/upload/image/ico-bullet.png Dificuldade para compreender piadas, duplo sentido; 
http://www.atrasonafala.com.br/picture/upload/image/ico-bullet.png Apresentar sérias dificuldades para aprender a leitura e escrita – transtornos de aprendizagem; 
http://www.atrasonafala.com.br/picture/upload/image/ico-bullet.png Se há problemas semelhantes na família;

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